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Sindicato dos Trabalhadores nas Industrias Urbanas do Estado do Amapá
 

Nossa História

Sindicato dos Urbanitários mais de 50 anos de história no Amapá
2019-02-05 18:50:08
O Sindicato dos Urbanitários no Amapá, conhecido atualmente pelas suas grandes lutas e conquistas, nasceu oficialmente em 24 de Julho de 1959, em plena era do Governo Juscelino Kubitschek (1956-1961), onde o Brasil vivia um período de desenvolvimento econômico e estabilidade política.

O sindicato teve vida própria até a metade do ano de 1968 no Governo de Costa e Silva (1967-1969), onde ocorreu a transformação de uma ditadura feroz que eliminou o que restava das liberdades e democráticas.

Infelizmente nessa época o Ministro do Trabalho e Previdência Social Sr. Jarbas Passarinho, do Governo de Costa e Silva, de forma estranha e inexplicável, alegou vacância na direção do Sindicato, e utilizando-se desse artifício, cassou a Carta Sindical do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Amapá. Após a cassação da carta, foram realizadas várias tentativas de reerguer o sindicato a partir do ano de 1981.
Durante longos 17 anos o sindicato passou quase que despercebido pela história e em consequência, os Urbanitários ficaram sem representatividade, totalmente a mercê dos "patrões da vida", o que dificultou uma atuação mais efetiva da participação dos trabalhadores. Sem atuação sindical no Amapá, os trabalhadores permaneceram em profundo estado de obscuridade e latência. Somente em meados do ano de 1985 no Governo de José Sarney (1985-1990), onde o Governo Brasileiro vivia a Redemocratização e a Campanha pelas Diretas Já, foi que a Federação Nacional dos Urbanitários-FNU, com sede no Rio de Janeiro, começou a procurar lideranças nas empresas: CEA, CAESA e ELETRONORTE, promovendo reuniões com o objetivo de fazer com que os trabalhadores entendessem a grande necessidade de reativar o sindicato.

Em 30 de Abril de 1985, na sede da Associação dos Vigienses Radicados no Amapá - AVRA realizou-se uma Assembléia Geral Extraordinária, esteve presente em Macapá, o Presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas, Sr. Maurício Rangel, o Assessor Jurídico da Federação Nacional dos Urbanitários, Sr. Adilson Miguel de Oliveira e demais representantes de diversos setores entre eles estava: Subdelegacia Regional do Trabalho no Território Federal do Amapá (O Amapá até então ainda era Território), Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil, Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Pará, Companhia de Eletricidade do Amapá, Centrais Elétricas do Norte do Brasil e a Companhia de Água e Esgoto do Amapá. O objetivo era tratar assuntos sobre o renascimento do Sindicato dos Urbanitários no Amapá, a criação do novo estatuto, a eleição de uma diretoria provisória e o mais importante a conquista da Carta Sindical.
Carta Sindical

Somente após a reativação do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Estado do Amapá, passou a administrar a Entidade, uma diretoria provisória, que teve a incumbência de resgatar a nova Carta Sindical, a qual, em setembro de 1985, foi recebida das próprias mãos do então Ministro do Trabalho, o Sr. Almir Pazzianoto.

Diretoria Provisória

Em Assembléia Geral realizada no dia 30 de abril de 1985 os nomes dos representantes da Diretoria Provisória ficaram da seguinte forma na função de Presidente Pery Arquilau da Silva e como vice-presidente Kleber Ribeiro Salgado (os demais nomes estão na página 000) com gestão provisória até em março de 1986 quando foi realizada uma eleição que definiu efetivamente os novos representantes da Diretoria do Sindicato

Atual Diretoria

Desde nove de março de 2004 que Francinaldo Flexa, mais conhecido como Flexa exerce seu segundo mandato na presidência do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Amapá. Nos dias atuais o presidente assume vários compromissos ( CONVERSA COM O ATUAL PRESIDENTE)

Mobilização: a mão de obra

O engajamento em todas as ações desenvolvidas pelo Sindicato é uma das principais marcas das mobilizações desempenhadas pelos urbanitários. Exemplo disso foi à mobilização do dia 11 de junho de 2007, que o Sindicato dos Urbanitários realizou em frente à Companhia de Eletricidade do Amapá - CEA, um grande ato público contra a privatização da Empresa, esta mobilização recebeu o apoio de várias entidades.

Dentre os participantes estavam presentes alguns Deputados Federais entre eles, Deputado Milhomem, Deputado Joel Banha, Deputada Dalva Figueiredo, o Deputado Estadual Jorge Amanajás e representando o Governador, o Vice Governador Pedro Paulo Dias.

Nos pronunciamentos das autoridades presentes foi ressaltado com grande ênfase que em nenhum momento deixariam que a privatização da CEA acontecesse. E que a CEA é uma empresa que faz parte da história do povo amapaense, da construção e desenvolvimento do Estado do Amapá. De acordo com a fala da Deputada Dalva Figueiredo, a prioridade hoje no Amapá, é garantir esse patrimônio público - A CEA - que esse patrimônio que é do povo, possa continuar levando energia para quem mora na cidade e principalmente para quem vive na zona rural do Estado.

Nas palavras ditas pelo Vice Governador Pedro Paulo Dias, todas as ações em defesa da CEA estavam sendo feitas paulatinamente desde o ano de 2003, e que o Governo era totalmente contra a privatização da CEA, porque energia é um instrumento importante para o desenvolvimento de um Estado, energia, água, estrada são fundamentais para o desenvolvimento de uma comunidade, de uma sociedade.

Durante a mobilização o atual presidente Francinaldo Flexa afirmou que o Sindicato dos Urbanitários está acompanhando de perto os desdobramentos este processo. E que os trabalhadores tenham a plena certeza que no processo de Caducidade da CEA, o sindicato estará preparado para encontrar opções que venham contribuir para que não haja privatização.